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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Inquietação (parceria com Tânia Martins)


No meio do nada
O nada encontrei
Peguei minha bagagem
E relutante voltei
No caminho flores e borboletas
Abismos se abriam diante de mim
Uma luz iluminava minha estrada
E impulsionava os meus passos
A escuridão cobria meu rosto
E me instigava ao sono profundo

Recusei-me. Não aceito
Desistir quando a vida
É feita de amores também.
As borboletas e as flores
Enfeitam a estrada
E não há escuridão
Que resista à luz que me guia.


No meio do nada
Que se pode encontrar!?
 Do nada, nada quero.
Da vida, quero amar,
Planejar, construir.
Enfim, ser feliz.
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