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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Bálsamo e borboletas


Atado aos próprios erros
Apegado aos devaneios insanos
de uma mente conturbada
Pobre alma condenada ao inferno
Sem esperança vaga entre os espinhos
e cada ferida lhe dá uma sensação de prazer
Não escuta nada além de sua própria voz
A cegueira impede de ver o clarão da luz


Há vida do outro lado da janela
Abre as portas e venha ver o brilho das estrelas
Borboletas sobrevoam o teu jardim
Os pássaros cantam pra você ao amanhecer
Há um bálsamo pra curar suas feridas
Permita que a misericórdia lhe alcance
Levanta deste leito de morte
Mude a sua sorte e deixe o amor entrar


Aprisionado à sua própria culpa
de um passado sombrio e tediante
Dilacerado na alma e no coração
Não vê saída nem espera o perdão
Frio e sem vida, apenas um corpo a perambular
A alegria foi embora, o luto ficou pra sempre
Condenado por si mesmo a um caminho sem volta
De dor e lamentações...


Acorda! Seus pensamentos lhe devoram
A culpa pode ser apagada pelo amor
Acende a luz e a escuridão vai embora
Permita ser tocado pelas mãos do Criador
E então renascerá.

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